Conjugação do Verbo
Eu Amo Deus
Tu Amarás
Ele Ama Também
Nós Amamos
Vós amais
Eles Amam Juntos
Deus foi o verbo junto de Deus, assim disse João, e Deus é amor, e o Amor nos move, querendo ou não.
Sidney k.
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013
A distração do externo,
é o olhar para o interior
Vejo um pássaro voando, durante uma conversa com alguém... Voar parado, sentir como uma pedra, fluir como um rio, quem tem boca vai a Roma? E quem tem imaginação, vai aonde?
Aonde vou, aonde vai, anda pensando, anda longe, tão longe que não sei onde estou, minha mãe dizia, só vá quando conhecerdes o lugar, mas ela não me ensinou a pensar, ela não me disse que o ato mais fácil da vida, era tão complicado, simplesmente estar lá. Mas sentir que está longe, realmente, ver, que está longe.
De tanto andar, vejo ao longe, uma linha vermelha, do outro lado uma linha azul, e no fundo um muro negro, mais alto que minha imaginação, achei o meu limite, apenas pairar por um grande campo, por um “mar desconhecido” disse Rubem Alves, mas não me basta, quero ir além, sentir o que penso, sentir o que lembro.
Quando chego perto das linhas, meu coração se manifesta de uma forma diferente, aproximando-me da azul, me aparece uma multidão de mãos dadas, com medo me afasto, mas noto ali meus amigos e atrás deles, a Terra em nuvens negras e enxofre. Quando chego perto da linha vermelha, vejo ali minhas paixões, minhas lembranças, mas o vermelho significa alerta, não posso andar lá, é muito perigoso,
O muro negro, inimaginável, porém uma luz radiante posso vê-la, de tão forte e exuberante que é, nem o enorme muro a esconde, mas não consigo toca-la, minhas raízes ainda estão no mundo lá fora, que aliás, tenho que voltar, há um alguém falando comigo, isso ocorre em uma distração, ou quando Alguém, diz que eu preciso olhar para mim mesmo , por um segundo.
Sidney K.
é o olhar para o interior
Vejo um pássaro voando, durante uma conversa com alguém... Voar parado, sentir como uma pedra, fluir como um rio, quem tem boca vai a Roma? E quem tem imaginação, vai aonde?
Aonde vou, aonde vai, anda pensando, anda longe, tão longe que não sei onde estou, minha mãe dizia, só vá quando conhecerdes o lugar, mas ela não me ensinou a pensar, ela não me disse que o ato mais fácil da vida, era tão complicado, simplesmente estar lá. Mas sentir que está longe, realmente, ver, que está longe.
De tanto andar, vejo ao longe, uma linha vermelha, do outro lado uma linha azul, e no fundo um muro negro, mais alto que minha imaginação, achei o meu limite, apenas pairar por um grande campo, por um “mar desconhecido” disse Rubem Alves, mas não me basta, quero ir além, sentir o que penso, sentir o que lembro.
Quando chego perto das linhas, meu coração se manifesta de uma forma diferente, aproximando-me da azul, me aparece uma multidão de mãos dadas, com medo me afasto, mas noto ali meus amigos e atrás deles, a Terra em nuvens negras e enxofre. Quando chego perto da linha vermelha, vejo ali minhas paixões, minhas lembranças, mas o vermelho significa alerta, não posso andar lá, é muito perigoso,
O muro negro, inimaginável, porém uma luz radiante posso vê-la, de tão forte e exuberante que é, nem o enorme muro a esconde, mas não consigo toca-la, minhas raízes ainda estão no mundo lá fora, que aliás, tenho que voltar, há um alguém falando comigo, isso ocorre em uma distração, ou quando Alguém, diz que eu preciso olhar para mim mesmo , por um segundo.
Sidney K.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
A queda de um cilho
Um dia já fui preso, sempre apontando caminhos diferentes, vendo e ouvindo coisas absurdas, minha função? Não deixar a poeira segar aquele que amo, não deixar que se suje com o mundo, com as pessoas que são tão perigosas quanto armas, quando ofendem a alguém, é como um vidro que você quebra, ele já se machucou, ao pedir desculpas por tê-lo quebrado, nota que o mesmo não voltou a sua forma normal, assim são as palavras ditas no automático.
Sair do automático é fácil, não voltar que é difícil, às vezes me pega voando em memórias e preocupações, enquanto aquele que amo sofre a me ver excluso de mim mesmo, por simplesmente viver uma dúvida, que nem ao menos tenho a pergunta quem diria a resposta, mas está aqui e pasmo no simples sentir da sua presença em mim.
Mas vou encontrar a pergunta, e quando acha-la,
Ficarei feliz, pois a resposta não depende de mim.
Hoje cai na lama, despojei-me d'Ele, e durante a queda pude apreciar a alegria, o gosto da adrenalina, mas quando cai vi, a besteira que eu fiz, agora pisarão em mim, e se não me ver, e se esquecer que estou aqui, estou com medo, mas sei que vai lembrar-te daquele que fitou os olhos.
Sidney K.
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